sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Agora é hora!! Finalmente, o maior canalha de nossa república, terá o castigo que merece..

  Lula é um psicopata, um criminoso, mas, finalmente, um criminoso que está a passos largos da cadeia. Seus crimes são muitos, e seus recursos, bastante diminutos. Este porco socialista, como tantos de sua espécie, não pôde perverter a junstiça e o direito, à sua imagem e semelhança, tal como seu colega e parceiro Maduro. São muitas as tramóias desta maléfica figura, muitas, mas, neste post, resumiremos apenas algumas de suas "peripécias" mais proeminentes, então, mais graves. Saber que, de uma vez por todas, uma das figuras mais funestas de nossa república, está a poucos meses de ser banida das ruas e dos palanques, e algo reconfortante, soa alentador, mas, vamos ao que interessa, os crimes de lula.




 Caso Oi: Esqueça a PALHAÇADA do triplex, o que importa é o crime em si.
   O "Caso Oi" é, sem dúvida, um dos mais tenebrosos da Era Lula, perdendo apenas para o Petrolão. Desde o enriquecimento "a Ronaldinho" do filho mais velho dos metralhas, até a modificação criminosa do decreto de concessão das teles, enfim, tudo foi feito para que o vigarista-mor enriquecesse, e empurrasse um gigantesco abacaxi, uma paraestatal paquidérmica, que custa, até hoje, uma fortuna ao contribuinte brasileiro. É preciso lembrar, que, mais que um arremedo de sítio, o que mais importa é o crime em si, realizado da forma mais pérfida possível. Em uma bela manhã de 2003, meses após a apoteótica vitória do "pai do povo", do nada, o até então auxiliar de limpeza do zoológico de São Paulo, o qual recebia um salário de, míseros, 600 reais, viu a sua empresa de fachada, com praticamente nada, a Gamecorp, ter comprada cerca de 50% de seu capital, no valor de cerca de 7 milhões, pela Telemar, e foi assim, que a "famíglia" de vigaristas-comunistas, que odeiam mérito e adoram privilégios, junto com os mafiosos irmãos Bittar, formaram uma empresa, que durante alguns anos, alugou e explorou horários de aluguel no canal afiliado a Rede Bandeirantes, a Rede 21, convertida em Play TV. Assim, a empreitada de mafiosos vermelhos faturou alguns milhões, embora, por anos, permanecesse no vermelho. De fato, é público e notório, que Lulinha, irmãos Bittar e o "pecuarista"-de-coração do Molusco, José Carlos Bumlai, eram meros garotos de recado do capo, até então presidente, aptos a lhes satisfazer em todo tipo de favores - Quem não se lembra daquele episódio patético no Planalto, onde o molusco mandou afixar um cartaz, cansado das constantes negativas de acesso, por parte de seu favorito, em razão da violação das inúmeras regras, protocolos e procedimentos cerimoniais, em função desse "nobre" cargo, e mandou afixar um cartaz, mais ou menos, com os seguintes dizeres " Fica permitida, A QUALQUER HORA, a entrada, nas dependências do escritório da Presidência da República, de meu amigo José Carlos Bumlai [foto do sujeito], não haverá, POR QUALQUER RAZÃO, a proibição de sua entrada e circulação neste local, podendo ele, neste príodo, fazer o que bem entender.." , quanto amor não! Muitos faziam lobby para que se mudasse a lei da Telecom, para que o seu "plano perfeito" se realizasse, mas, reportagem bombástica da veja, colocou em panos quentes sua ofensiva nacionalistóide. Preferiu a saída dos covardes.. À época, havia uma "sangrenta" e difícil disputa nos bastidores entre o Banco Opportunity, do todo-poderoso banqueiro Daniel Dantas, e a Telecom Itália, ligada a família Berlusconi, pelo controle de sua filial no Brasil. Enfim, uma batalha que nada dizia respeito ao nosso país, e, aos mais sensíveis, lembrem-se, o mafioso Abramovich é dono do Chelsea.. Em favor dos Brazucas, o PT jogou SUJO e MUITO SUJO. Lembra-se daquela palhaçada, chamada "Operação Satiagraha"? Pois é, ela foi arquitetada de dentro dos porões da Polícia Federal - Vale lembrar, que, durante o lulismo, o órgão era fortemente aparelhado, onde uma "comissão" decidia, filtrando, quais operações interessavam, ou não, ao "grupo" - Sinto muito dizer-lhe, caro petista, mas a euforia e sensacionalismo ativista daquela época, não passavam de um mero engana-trouxa, no qual todos caíram muito bem - . A "personalidade" escalada para aquela ópera-bufa de sensacionalismo barato, era, nada mais, nada menos, que uma certa e dantesca figura, chamada Protógenes Queiroz. Figura conhecida, tanto de figurões, como dos porões e esgotos do comunismo tupiniquim, ele é o símbolo daquilo que o próprio deputado, Romeu Tuma Júnior, veio a chamar em seu livro de "Máquina de destruir reputações". Escolhido pelo "conselhão" lulopetista na PF, para ações de interesse próprio do partido, tinha como missão operar no mais importante instrumento de confecção de um dos maiores símbolos de ufanismo e mitomania ultranacionalista da até então situação, a operadora nacional, hoje falimentar, Oi, mas, se preferir, pode chamá-la de Tele-Lula mesmo. Seu objetivo, "destruir" Daniel Dantas, então o proponente mais forte, para levar a Telemar, e o então maior obstáculo das barracudas mitomaníacas. Seja por meio da mídia amestrada, forte campanha de desinformação, e o uso de seus satélites na Polícia Federal para infernizar a vida do empresário, que, não suportando a pressão, acabou vendendo suas ações em ambas, abrindo caminho para o processo de construção da empresa-frankestein. Com o seu arqui-rival fora do caminho, e com a "indústria" criminosa de protógenes livre para novas peripécias, seguiu-se o próximo passo para a criação da nova empresa. Em peso, BNDES, Caixa e Fundos de Pensão, se ofereceram para inundar os cofres das recém-espoliadas empresas com dinheiro do contribuinte. Fundindo-se, formariam uma "mega-tele", negócio ao qual se juntariam, construtoras e políticos. Mas, faltava um pequeno detalhe:  Era preciso mudar a Lei de TELECOM, uma vez que uma concessionária do serviço não poderia atuar fora da área que ganhou em leilão, nem comprar outra. Para montar a tele, era preciso mudar a lei, embora até que tentaram, mas, uma reportagem bombástica da Veja jogou um balde de água fria nos planos da Patota. Sem opção, restou aos "aloprados" pedirem ao capo um decreto, feito sob encomenda, para fins de se liberar aquilo que tinham planejado desde o início. Resta saber, foi de graça o "favor" de lula, sinto que não!! Lula, o pai dos pobres, com patrimônio estimado em 2 bilhões de dólares pela Revista Forbes, certamente não perderia a oportunidade de abocanhar uma "boquinha" como essa, se, por muito menos, amealhou, para seus filhos, uma mesada do casal-20-Mautoni,  aquele responsável pelas mamatas nas montadoras (entendeu o porque de você se matar para pagar um carro, o desleixo com políticas de transporte público filhote?!). O resultado está aí, uma empresa falimentar, com uma estrutura acionária que mais parece um quarto bagunçado, afundada por dezenas de negócios ruinosos (pagamento de propina e "mesadas" para políticos, investimento, a fundo perdido, em Angola, Cuba e Venezuela, dinheiro jogado fora com o Plano Nacional de Banda Larga, dívidas com credores para arrolar pessoal, e a coisa fede..), virtualmente controlada por uma empresa portuguesa, uma tal de [risos!] Banco do Espírito Santo, fruto de negociatas com o até então primeiro-ministro e encantador de mulas da esquerda patrícia, e hoje presidiário José Socrates, com uma dívida impagável de R$ 65 bi, sorvedouro de boa parte das perdas abissais de bancos, estatais e fundos de pensão, a qual estão presos sob um pacto de morte, ao qual não podem sair porque o buraco será mais fundo, e, finalmente, sem perspectiva, sem futura, e a beira do apagão digital de cerca de um terço dos municípios brasileiros, visto que o governo incompetente e aparelhador, não teve competência de trazer competidores de serviços equivalentes a estes municípios - quem sabe, se Telemar e Br-Telecom, fossem hoje, empresas separadas, mesmo que sob bandeira estrangeira, não estariam ambas oferecendo pacotes a preços competitivos para a região, gerando muito mais empregos, solventes financeiramente, e, provavelmente, tapando este buraco em impostos? - . Só nesta brincadeira, Lula acumula os crimes de corrupção ativa e passiva, tráfico de influência, abuso de poder político e econômico, improbidade administrativa, prevaricação, crime de responsabilidade (impeachment), embora extinto, advocacia administrativa e concussão. E aí Ministério Público, e aí procuradores, todo este barulho por causa de um sitiozinho vagabundo? Será que os senhores não tem coisa maior para investigar? Que tal investigar este imenso rol de crimes, qual o por que da migué??!!
  De qualquer forma, esse foi um dos mais terríveis crimes cometidos por Lula, mas, fica aqui que ainda vem mais. Vem que tem..



 O criminoso caso BANCOOP: É impossível ignorar, no "Caso Tríplex", um aspecto especialmente TERRÍVEL a respeito deste crime.
  O "Caso Bancoop", é, sem dúvida, um dos mais terríveis episódios do direito criminal que a nossa política já conheceu, senão o pior. Este caso tem um aspecto peculiar, dado o fato de que muitos promotores e procuradores do Estado de São Paulo não consideram a Bancoop uma cooperativa realmente, mas, de forma pura e simples, uma mera fachada, para fins de lavagem de dinheiro, e montagem de esquemas ilegais de financiamento de campanhas eleitorais, seja na capital e Regiões Metropolitanas, seja, por vias tortas, aquela responsável pelo financiamento da campanha eleitoral de Lula à presidência, em 2002. É por este episódio tenebroso de nossa história partidária, que se assombram os cadáveres do ex-prefeito Celso Daniel, de Santo André, e Toninho do PT, em Campinas. Criada desde 1996 para financiar moradias a baixo custo, para trabalhadores do setor bancário, são poucos os históricos de moradias entregues, e, no mais das vezes, por vias nebulosas, para pessoas que nem pertenciam ao setor.  Milhares são as vítimas, de promessas ilusórias de entrega, de casas e terrenos, por parte de pessoas, que, hoje, dolorosa e amargamente, vêem o "pai dos pobres" e "a alma mais honesta" do Brasil, desfilar em um prédio luxuoso, que, nunca fora colocado em seu nome, mas tratou como se fosse seu, andar de carro blindado com segurança, viajar em vôos executivos, para cima e para baixo, e, por fim, em vias nebulosas, pagar um exército de advogados. A quem interessa este circo? Provavelmente não ao pagador de impostos.. O caso é tão pavoroso, que isso chegou a suscitar até mesmo a criação de uma CPI, por parte da Assembléia Legislativa paulista, cujo relatório final pediu a condenação, da mesma e sua diretoria, intervenção e dissolução da mesma, além de propor, via de linhas de crédito suplementares, concluir as moradias faltantes. O tesoureiro, e comandante do esquema, sob as ordens do alto comando petista, não foi processado pelo fato, mas, PT e diretoria DEVEM sim responder ante esta atrocidade, que vai muito além de um prédio com cobertura!
  Vamos falar agora do "Caso Tríplex", mas, esqueçam o reducionismo da mídia. Anteriormente a esta atrocidade, política, econômica, moral, social e jurídica, uma coisa ainda mais cruel aconteceu. No local onde está localizado o respectivo "corpo de delito", e um edifício vizinho tão problemático quanto, haveria a previsão de construção, via ata constitutiva, de um imóvel simples, padrão, como outros. Mas.. isto não estava nos planos de Lula e sua quadrilha! Quando os inúmeros escândalos, junto com a corrupção, fizeram paralisar as obras, em 2006, Lula, e sua quadrilha, convocaram o chefão da OAS, Leo Pinheiro, para que este terminasse o serviço. Das dez obras "prioritárias" que a empresa de seu "amigo" assumiu, cerca de oito concluídas, mas segundo denúncias da Associação de Vítimas do conluio, dos mais de 2 mil imóveis concluídas pela construtora, cerca de 2/3 foram incorporadas ao seu portfólio comercial, e não, como deveria, serem repassados aos moradores. Uma vez feito o negócio, ele concluiu uma série de obras, dentre as quais, o Edifício Solaris, no Guarujá. Com design e arquitetura muito diverso do apresentado na ata de aquisição dos imóveis, no momento da lavratura do mesmo, vemos no lugar, edifícios suntuosos, luxuosos, voltados para o mar (o local original escolhido não era esse!!), e, na cobertura, um edifício tríplex, luxuosíssimo, com elevador privativo, adega cara, frigobar, piscina executiva, sala de reuniões, cama e travesseiro king size e queen size de luxo, Home Theather, e todo o luxo que todos os prazeres da vida moderna são capazes de oferecer. Nessa apresentação, é preciso abrir um interím, já que, o próprio ex-presidente Lula declarou no seu Imposto de Renda, até 2011, como seu, um imóvel cuja propriedade ele nega veementemente (sabe, é aquela história, da conta trust que não é trust, da conta que é sua, mas está na propriedade de outros, enfim, aquela história do "Caso Cunha"?) ; além disso, nesse mesmo período, ele mandou reformar, mobiliar, fazer benfeitorias, e, até, acredite, usar toalhas de banho e artigos de cozinha personalizados, e "assinados", com as iniciais dos presentes, em um imóvel que "não era deles". Até onde vai a doidivanice e o cinismo do criminalista Zanin? Por que esta postura tosca, de quem mais age como um animador de auditório, um cabo eleitoral, e não um profissional de direito. Para piorar, conforme confissão de seu padrinho, Léo Pinheiro, fora realizada uma triangulação entre a sua empresa, o PT, e o capo, onde, por interferência do PRÓPRIO Lula, este fez duas contas-propina, uma, de nome "amigo", para o dito-cujo, e outra para Dilma, levando em conta, sendo que o saldo maior ficou para o PT, como dinheiro sujo de campanha, e de enriquecimento pessoal de seus membros. Da sua parte na propina, a ele endereçado, o mesmo descontou de seu saldo, as benfeitorias e reformas do imóvel. Podemos computar nesta conta, também, a empresa de fachada LILS, igualmente do ex-presidente, a qual, supostamente, servia para fazer palestras, que, como sabemos, ou eram forjadas, ou nunca existiram. Coloque-se na conta também, um tal de Instituto Lula, que não é aberto ao público, antro de maracutaias, e uma espécie de "QG de Resistência" do sindicalista combalido.
  Nos, extintos, anais do canal online Veja.com, os jornalistas Joyce Hasselman e J.R. Guzzo, ambos apresentadores e colunistas do mesmo, denunciavam a falcatrua envolvendo o imóvel no Guarujá, onde, reunidos em apresentação ao vivo, a apresentadora se queixava a Guzzo do porque de mais de 2 mil famílias terem sido lesadas, enquanto, Lula, o capo, tinha um edifício trílplex luxuoso voltado para o mar, em local diverso ao da sua ata de aquisição, e pior, construído em conjunto com um prédio traseiro, que tampa a vista de um observador distante em relação a ele, e um muro significativamente alto de de proteção, para fins de se comprometer a visibilidade da naturesa suntuosa daqueles imóveis. Guzzo respondeu, "Bom, esta é a atitude típica de um "pobre" sindicalista trabalhador.." . Só pela natureza deste discurso, percebe-se que Lula não vale as calças que come.
  No fim, este é o terrível saldo da criminosa Bancoop e o tríplex: 3 mil famílias lesadas, um ex-presidente com vida de Marajá, a falimentar OAS, dezenas de cadáveres nas costas e um projeto criminoso de poder. Não saia daí, pois narraremos, logo adiante, o crime vil e mais grave de todos, o Petrolão.


  Petrolão: O crime-mãe de todas as atrocidades! Como a "virgem violada" da República, foi-se encontrada em estado lastimável, mas, felizmente, volta a se recuperar??
  De todos os crimes ocorridos na era lulopetista, este, podemos dizer, é o crime-mãe! Aparelhada, possuída, abusada, violada, saqueada, a vírgem-de-puteiro de nossa República realmente, ficou pelada e com as ancas arrastando pelo chão, pois a curra foi grande! Recém sobrevivente do mensalão, e vencedor com folga após enfrentar o patético Alckmin, em 2006, Lula saiu das cordas e decidiu abandonar a postura de pacifista chorão. Para fugir do desespero de fim de mandato, não confundir com vitimismo, Lula adiantou uma estratégia que já "cantou a bola" para uma jornalista francesa em 2003, a de que, citando remotamente Gramsci sem saber, a democracia era uma "farsa para tomada do poder". Pois bem, a farsa começou a fazer água, e Lula e asseclas tiveram que aplicar a estratégia "hard" num período muito antes do previsto. Do aparelhamento descarado de estatais, agências reguladoras, ministérios, órgãos de governo, mídia, imprensa, e todos os meios possível, ao saque e compra descarada de deputados, senadores, governadores, prefeitos, TCEs, liberação do balcão de propostas indecentes, e "pacotes de bondades" aos Estados, com hipertrofia da máquina pública, precarização dos serviços de fiscalização, reajustes pornográficos ao funcionalismo, dinheiro barato do contribuinte a empresários amigos, abertura a irreponsabilidade total de governantes de Estados e municípios, tanto que, hoje, 22 dos 27 Estados brasileiros estão virtualmente falidos, juntos com outros milhares de municípios - Descer o relho em Cabral, Cunha, Alves, Sarney, et caverna, é muito fácil em tempo de vacas macas, mas, no tempo da farra era só alegria, engraçado não?! - E a Petrobrás não foi uma vítima isolada nesta história. Vamos listar aqui algumas das várias atrocidades perpetradas contra a nossa virgem-de-bordel, tão amada pelos "companheiros de boca" que substituem outros.

 1. Caso Pasadena.
 2. Clube do mal das empreiteiras.
 3. As petrolíferas doidivanas de Lula.
 4. Abreu e Lima e Comperj: Da pornografia a perversão.
 5. Saque Geral: Populismo, controle de preços, e desvios descarados para campanhas eleitorais.

 1. Caso Pasadena: A multiplicação do desastre!
   Imagine um negócio incrivelmente ruim. Agora, imagine um negócio tão ruim, mas tão
 ruim, que consegue multiplicar por VINTE, um prejuízo que já era cotado como "crônica
 de tragédia anunciada". Trata-se de um negócio realizado na cidade americana de
 Pasadena, no Texas. Nesse negócio mirabolante, a Petrobrás comprou uma empresa
 completamente falida, na cidade homônima, que, à época, custava cerca de
  42 milhões de dólares, por, PASMEN, incríveis 352 milhões de dólares, pela metade de
 de uma refinaria desativada há varios anos. Com uma estrutura completamente podre, a
 mesma era incapaz de processar, até mesmo, o petróleo mais fino do Oriente Médio,
 quiçá o petróleo extremamente denso e com elevado nível de impurezas do solo
 tupiniquim, uma verdadeira INSÂNEA! Para piorar, havia uma cláusula criminosa no
 contrato, segundo a qual, para se desfazer deste abacaxi, a mesma teria que comprar a
 metade restante da empresa holandesa Astra Oil, dona desta porcaria. A "libertação",
 bem, saiu por uma bagatela de.. digamos 402 MILHÕES de dólares. O resultado deste
 desastre: A petrobrás saiu, de uma aquisição inicial de 42 milhões de dólares, para um
 prejuízo de quase UM BILHÃO de dólares, uma verdadeira máquina de jogar dinheiro
 pela janela.. Sem falar, é claro, no doloroso processo movido, pela empresa contra a
 "sócia" holandesa nos tribunais, manobra que consumiu mais algumas centenas de
 milhões de doletas. A documentação relativa a esta desastrosa ópera-bufa são muito
 imprecisas e desencontradas. É quase certa a participação direta de dilma neste negócio,
 dado que, à época, o hipopótamo-de-banânia era Ministra da Casa Civil, e presidente do
 Conselho de Administração da empresa. A tonta, jura, ter sido "enganada" pelo protegido
 dos petralhas no órgão, nestor Cerveró, bem como, relatórios da área técnica recomendavam
 o negócio - COMO?! Será realmente crível que pessoas minimamente criadas e formadas
 especificamente para tal fim, não tenham um mínimo discernimento ante este arroubo de
 barbaridade? - e claro, que os tais "relatórios da área técnica são absolutamente obscuros, e
 desprovidos de qualquer base de acreditação legal, dado o tamanho absurdo. Existe, também, o
 claro e óbvio envolvimento de notáveis criminosos, responsáveis diretos pelo crime que se
 realizou. Pessoas como Nestor Cerveró, Pedro Barusco, Alberto Youssef, e tantos outros,
 receberam cerda de US$ 20 mi em propina para selar esta mixórdia, mais alguns caraminguás que
 foram desviados para companhas petistas. Como já dizia Nelson Rockfeller, patrono da família
 globalista mundial " O melhor negócio do mundo, é uma companhia de petróleo bem
 administrada, O segundo melhor negócio do mundo, é uma companhia de petróleo mal
 administrada". De fato, o Sr. Rockfeller até tem razão, como serve uma companhia podre, a
 tantos abutres desprezíveis e inconsequentes, movido pela sanha e sede de poder!


 2. Clube-do-mal das em preiteiras: Porque roubar é a lei!
  O que dizer do nefasto "clube das empreiteiras" ? Aquele clube bacana, formado por
 uma reserva de mercado, criada pelo próprio Presidente Lula, com o objetivo de
 "fortalecer a economia nacional" e "proteger a soberania nacional" , enfim, aquela mesma
 conversa mole dos militares. Fato é que o "clube das empreiteiras" funcionou muito bem,
 com empresas, algumas, cuja gatunagem vem de outros carnavais. Conforme Leo
 Pinheiro, Marcelo/Emílio Odebrecht, Sergio Andrade, Ricardo "Pernambuco", da Carioca
 Engenharia, dentre tantos outros, foram os responsáveis pelo "clube do mal", organização
 criminosa, esta, que, sozinha, só na Petrobras, fora responsável por um prejuízo da ordem
 de 10 a 20 bilhões de reais - Aguente firme, a pilhagem só está começando.. - .
 Basicamente, quando o PT assumiu o comando da petrobrás, a mesma foi loteada entre os
 diversos partidos da base aliada, que, controlando a diretoria, e por meio das leis do
 Pré-Sal, royolties, e reserva de conteúdo local, beneficiavam-se fabulosamente das
 tramóias de empresas cartelizadas com o esquema, as quais pagavam, por contrato
 fechado, algo em torno de 1 a 3% de propina. É preciso levar em conta, também, que
 havia uma escandalosa margem de superfaturamento nos contratos, algo em torno de 20 a
 30%, sem falar é claro, na extremamente lucrativa indústria de favores e extorsão, via
 adiamentos e aditamentos contratuais. Sem levar em conta as obras que foram "tocadas"
 pela Petrobrás, e se revelaram monumentais fracassos, mas todo mundo "levou" na festa.
 As propinas eram distribuídas de diversos modos, mas, no geral o PT ficava com aprox.
 1%, mesma faixa dos operadores, e o restante ia conforme a dança, para alguns petistas,
 líderes de outros partidos, vide Pedro Corrêa, do PP, um ou outro chantagista e eventuais
 "companheiros de viagem", tipo aqueles que só fam mal porque querem receber algo em
 troca. A farra petista na companhia foi incalculável, mas, calculos modestos deduzem
 uma margem de prejuízo de FABULOSOS 44 bilhões de reais, mais isto é tema para
 outro ítem. De qualquer forma, o "clube do mal" é representante do que há de pior, e mais
 nefasto em nosso país; e não podem se dizer como "vítimas" de uma extorsão, pois
 sabiam da natureza do negócio que estavam praticando, sabem do mal que isso representa à livre concorrência e a livre iniciativa, a moralidade e probidade da administração,
 direitos e princípios fundamentais, erigidos e a serem cumpridos sob a Carta Magna, além, claro, de serem sócios informais deste desastroso estado de coisas que se encontra a política, economia, a moralidade, e o futuro de nosso país, além, é claro, de serem criminosos de outros "carnavais". Eles não podem, de forma alguma, se compararem aos cidadãos honestos, que lutam bravamente para honrar com os seus compromissos, mas acabam esmagados pela terrível burocracia manicomial de nosso país - à qual estes senhores são "sócios" também, pois, ao cobrarem subsídios e privilégios, a conta, e o "fardo" , acabam ficando para o lado mais fraco - Não endosse campanhas nacionalistas!


 3. As petrolíferas doidivanas de Lula.
  Outra coisa a ser levada em conta, quanto ao escalpelamento de nossa "grande empresa",
 e, motivo de "orgulho nacional", se deve em relação as famosas "refinarias" de Lula.
 Pintadas com doses eufóricas de mitomania e ufanismo, estes monstrengos
 arquitetônicos, criados pela loucura de um homem que pensa como um peido, essas
 "refinarias", criado a reboque de sua maligna vontade, ignorando alertas de sua diretoria
 e conselho de administração, área técnica, e, até, relatórios muito bem fundamentados do
 Tribunal de Contas da União, conclamou a empresa, a concluir quatro refinarias no
 Nordeste, e, assim, satisfazer a sanha de seus redutos político-eleitorais. Além da
 absurdamente cara Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, Lula mandou fazer outras
 três refinarias, no Ceará, Maranhão, além do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro
 (COMPERJ), sendo que, duas delas, saíram absurdamente caras - Só Abreu e Lima, com
 participação da caloteira PDVSA, viu o seu custo aumentar de 4 para 17 bilhões, e o tal
 COMPERJ, na cota do seu, até então, comparsa, Sérgio Cabral, cujo valor de custo
 triplicou até os dias atuais. A refinaria no Maranhão está abandonada, as moscas, com
 prejuízo de alguns bilhões. Já a do Ceará nem saiu do papel, mas já custou outras "bilhas"
 No fundo, este é o "modo PT" de se fazer negócios. A coisa é tão absurda, que, em 2010,
 Lula vetou trecho da Lei Orçamentária de 2009, que determinava a paralisação destas
 obras, tamanho o descalabro e indícios gravíssimos de corrupção, conforme recomendava
 relatório redigido pelo próprio TCU: Lula ignorou e fez tocar estas obras mesmo assim,
 crime pelo qual, este só responde por agora.. 2017! Só nesta brincadeira, foram criados
 alguns "pequenos" prejuízos, da ordem, de.. digamos.. uns 30 bilhões! Continue aí, e
 falaremos mais a respeito de Abreu e Lima, e do COMPERJ.

 4. Abreu e Lima e Comperj: Da pornografia a perversão.
  Vamos falar, por agora, do rol de atrocidades de Abreu e Lima e do COMPERJ. A
 primeira, nascida de um acoordo sórdido de cavalheiros entre Lula e Chavez, um
 verdadeiro presente-de-grego tupiniquim. O segundo, nascido de um sórdido acerto de
 compadres entre o "operário" Lula, e o até então incensado Cabral. Quanto a Abreu e
 Lima, esta nasceu de uma doidivanas porretada-na-mesa do, até então, "Pai dos Pobres".
 Cheio de marra, e com aquele ar de euforia alcoólica de sempre, Lulão peitou o até
 então Presidente da Petrobrás, o petista Dutra, e exigiu "Quero quatro refinarias!", como
 confessou saltitantemente o mulusco, em entrevista ao jornal Valor Econômico. Simples-
 mente porretou a mesa e mandou fazer. Colocados contra a parede e ameaçados de
 demissão, a Alta Cúpula da Petrobrás teve que cortar um dobrado para atender as
 necessidades de seu líder, rubricando alguns rudimentos de plantas e projetos, para fins
 de serem apresentados ao capo. Em viagem ao Ceará, para atender aos "galanteios" de
 seu aliado de todas as horas, Ciro Gomes, para o qual chegou a "verborragizar" em sua
 defesa, naquele lamentável episódio do "jatinho de sua sogra", e, entre um afago e
 outro, concedeu ao seu "confrade", Cid Gomes, governador do Ceará e irmão de seu
 braço-direito, a promessa de uma refinaria no Estado. O governo gastou alguns bilhões,
 por um projeto que NUNCA saiu do papel.
  Vamos falar, agora, de um projeto crítico, Abreu e Lima. Em 2010, Lula incluiu o
 projeto no rol de suas promessas eleitorais. Dobradinha feita com o seu parceiro, Hugo
 Chavez, era prometido uma divisão bipartite entre ambos, mas, o "pepino" ficou apenas com os brasileiros mesmo. De um valor inicial de R$ 4bi, o projeto é orçado hoje em 17 bi. Isso mesmo! O valor quase que quadruplicou. A refinaria surgiu como um, de muitos favores, que o capo prestou a seus companheiros bolivarianos, junto, também, de dezenas de bilhões de dólares, a fundo perdido, por parte do BNDES, a republiquetas insignificantes - Cuba, Venezuela, Nicarágua, Angola, Equador, e por aí vai.. -  com o
 propósito de, simplesmente, atender a favores políticos. Muita gente suja se enriqueceu
 nesse processo, como qualquer delator, e petista recém, ou na iminência de ser demitido,
 sabe. Outra monstruosidade típica deste regime nefasto, foi o Complexo Petroquímico do
 Rio de Janeiro, mais conhecido como COMPERJ, um "presente" do molusco para essa
 mesma CORJA sob a qual o Rio de Janeiro agoniza, constituída de Cabral & CIA. Por
 fins meramente eleitoreiros, Lula começou a "namorar" com o PMDB carioca,
 oferecendo-lhes cargos e obras para seu Estado, trazendo, também, dois eventos
 internacionais - Copa do Mundo e Olimpíadas - e, claro, uma mega-refinaria, o
 COMPERJ. Não houve piedade! Cabral, Cunha, Costa, Dirceu, Renan, "Paulinho",
 Piscianis, e CIA ltda, todos se uniram para assaltar esse "monumento" o quanto puderam.
 De uma obra que nunca foi concluída, o custo da obra mais que triplicou, o negócio se
 revelou inviável financeiramente, foi posto a venda sem estar pronto, foi incluído no
 plano de de venda de ativos da empresa, e ficará pronto sabe-se Deus lá quando. De fato,
 a espoliação, via corrupção, por parte da empresa, aliado a má-gestão, foi o fator
 significativo pelo qual a empresa se encontra em estado pré-falimentar hoje. Mas não
 foi o principal, e, por isso, vamos ao fator fundamental que afundou a empresa;
 populismo, caixa 2 de "demandas" eleitorais e controle de preços. Fica aí que a gente não
 terminou, vem que tem.


 5. Saque Geral: Populismo, controle de preços, e desvios descarados para 
 campanhas eleitoirais.
  O grosso de todo o lodaçal em que se meteu a "Petro" nestes últimos anos, se deve aos
 desatinos que lhe serão relatados neste último ítem. Não é novidade que a pilhagem a ser
 montada na Petrobrás, ocorria a ritmos de insânia, e nunca vistos antes. Porém, mesmo
 sabido, à época era impossível provar, e, não sejam inocentes, a Lava-Jato não
 "descobriu" nada, ela apenas explicou, e descreveu, com uma riqueza sórdida de detalhes,
 aquilo que só cego não conseguia ver! O saque da companhia nacional, começou em
 meados de 2006, quando Lula, nas cordas, resolveu abrir as pernas, no despero, e afã, de
 obter qualquer apoio, por mais rasteiro e subreptício que fosse. Assim, dividiu o
 comando da Caixa, BB, BNDES, fundos de pensão e estatais, com PMDB, PP e PL
 (atual PR). Assim, estes eram sócios no negócios (e no botim also). Para "comprar" o
 apoio de partidos menores, multiplicou-se ministérios, aumentou-se ao infinito os cargos
 de confiança, houveram mega-contratações de funcionários públicos, reajustes
 generosos, subsídios e políticas de apoio e incentivo, tanto para organizações ligadas
 ao PT e seus satélites, quanto para as de seus aliados - Era uma "Aliança do Mal", onde
 até mesmo Sarney e Reanan receberam incentivos para as suas instituições fundacionais -
 A  Petrobrás se afundou em dívidas e teve o seu futuro estraçalhado até então, tempos
 onde o céu era o limite, no tocante a espoliar, e sugar, ao máximo, os recursos da
 companhia. A empresa se subjulgou a lógica de financiar os milionários, e fracassados,
 filmes brazucas comprometidos ideologicamente com a "causa". Só de "incentivos",
 termo vulgar para "enriquecimento descarado com dinheiro alheio", foram alguns bilhões
 para o ralo, dentre obras "comunas" de importância "anal", vide macaquitos, fóruns e
 eventos de esquerda, teatro podre, e financiamento da "indústria" literária de sumidades
 petistas. VAle lembrar, que, em 2009, Lula aprovou a Lei da Partilha e a Lei do Pré-Sal,
 verdadeiras abominações de nossa mitomania macunaímica, onde, dentre outras barba-
 ridades, a companhia teria participação obrigatória de 30% nos novos campos do pré-sal,
 com partilha, inclusive, do combustível entre ambas as partes - isso numa empresa em
 estado de pré-calamidade, com gravíssimas dificuldades de caixa - a criação de uma tal
 "Petro-Sal", um frankestein tupiniquim do nosso "ouro negro", que virou a atual "Sete
 Brasil", um emaranhado e sócios parternalistas e corporativistas, dentre Estatais, Fundos
 de Pensão, bancos e empresas tupiniquins corporativistas, conhecida pela sua revoada
 de projetos desastrosos, corrupção descarada, ser mais um de tantos elefantes-brancos a
 serem mantidos pelo contribuinte, bem como, o seu estado falimentar, sem antes, nos
 relegar um prejuízo de muitos bilhões. A Sete Brasil será aborda por nós, como um caso
 a parte nesta jornada de destatinos econômicos do governo petista, mas, por enquanto,
 nos limitaremos aos erros e abusos cometidos contra a "Petro". É preciso lembrar
 também, que o populismo era grande naquela época, e, por isso, não seria surpresa
 nenhuma dizer-lhes, que muitas dezenas de projetos internos da companhia, quando
 feitos, e com graves prejuízos, o foram para atender a interesses políticos ideológicos.
 A expropriação da refinaria brasileira na Bolívia, a qual tínhamos investido cerca de
 US$ 1 bi, e nos foi tirada na mão grande, com total inação do governo brasileiro, as
 manipulações discaradas de Cristiana "A Loca", na Argentina, que, depois de ofender
 e atacar de forma inanceitável a nossa companhia, conseguiu arrancar "investimentos"
 de centenas de milhões de dólares da mesma, mas, mesmo assim, foi-nos tomada a fundo
 perdido, os investimentos fracassados em Cuba, Angola, Venezuela e Equador, bem como
 o dinheiro jogado fora, com a compra de títulos da dívida desses mesmos países, as
 "quatro" refinarias eleitoreiras, conforme foi por nós anteriomente ditos, a venda de
 "combustivel podre" aos potorriquenhos, o financiamento da "mídia suja", compras
 ruinosas de ativos de outras empresas, via "pixulecos", compra de partes em sociedades
 com empresas corporativistas, dentre tantas outras atrocidades cometidas pelos
 criminosos vermelhos, que tinham Lula como o seu chefe-mor, e que contribuíram para o
 debacle da empresa. Dois fatores, no entanto, foram fundamentais para afundá-la de vez,
 O roubo descarado para campanhas eleitorais, e a política de controle de preços. Que
 havia um roubo descarado, nos cofres da Petrobrás, para fins de se financiar as
 campanhas do partido, isto todos nós já sabíamos. Agora, tem a parte que era desviada
 via "agradinhos" e pixulecos, bem como, aqueles que foram tomados NA MÃO
 GRANDE, isto, na mão grande mesmo, talvez financiado, indiretamente, com aquela
 farsa da "política de capitalização" da Petrobrás, política esta, completamente
 fraudulenta, visto que a empresa nunca viu a cor do dinheiro. Assim, disfarçada
 contabilmente, pelo manto de um pseudo fluxo positivo de caixa, o PT pôde, assim,
 desviar entre bilhões a dezenas de bilhões de reais, para fins de irrigar as campanhas de
 partidos aliados, nas suas famélicas bases eleitorais. Este escândalo e ode a barbaridade,
 vinha sendo denunciado por revistas como a VEja, entre 2008 a 2010, e é provável, que,
 até 2014, em menor escala, vinha acontecendo. Por fim, temos a desastrosa política de
 controle de preços e "reservas de conteúdo local", onde, a mesma era obrigada a comprar
 produtos nacionais, de empresas nacionais, pelo dobro do valor de mercado, e, muitas
 vezes, produtos obsoletos e de péssima qualidade, isto quando não feitos por um "hipster"
 e sequer existem, no caso das "Sondas Imaginárias" do grupo Schahin. Em 2016, por
 força de ultimato das autoridades norte-americanas, estarrecidas com o descalabro na
 Estatal, e sob ameaças de banimento do mercado americano, finalmente saiu o valor
 "auditado" dos prejuízos: Estimados US$ 8 bi com a corrupção, e, em perdas com maus
 investimentos e péssima gestão, de assustadores US$ 44 bi - mas, claro, sabemos que o
 rombo é muito maior! - . A política de controle de preços da Petrobrás foi a que afundou
 de vez a empresa, junto daquele desastroso pacote energético de 2012, no governo
 dilma, que porretou para baixo o preço da conta de água e luz, prejudicando
 assustadoramente as companhias termelétricas operadas pela mesma, que começaram
 a sofrer com restrições de fluxo de caixa, aumento do endividamento e investimentos;
 sem falar, no fato de que, tão logo o sistema Eletrobrás, e tantas outras companhias
 vinculada ao Governo Federal e Estados aderiram ao "pacotão", selando o estado de
 organização falimentar em que muitas destas se encontram hoje, a "Petro" começou a
 sofrer com a perda significativa de demanda por parte de seus clientes. O controle de
 preços dos combustíveis, se somou a gravíssima crise de caixa, descapitalização, e
 liquidez próxima de zero, em razão das inúmeras barbeiragens e investimentos ruinosos,
 autorizados e promovidos pela própria empresa. Impedida de aumentar, no momento em
 que esta medida se revelava como oportuna e absolutamente necessária, a empresa
 começou a acumular prejuízos, endividar-se, vender debêntures no mercado, e, ao fim
 e ao cabo, tornar-se dependente de socorro estatal. Essa patuscada populista, custou,
 sozinha, cerca de 100 bilhões para os cofres da Petrobrás, e é responsável, in solo, por
 cerca de 1/5 de seu endividamente.

 Esse rol de monstruosidades aqui elencadas, afundou de vez a Petro, um crime a ser
 colocado, num total de tantos na conta do molusco - isso porque não falamos nos crimes
 cometidos em outras estatais, fundos de pensão, dobradinhas com empresas
 corporativistas, uso político e econômico de prestígio junto a bases e leitorais, e muita,
 muita corrupção..


 Por fim
  O rol de atrocidades aqui relatadas neste post, é gravíssimo demais para que seja considerado um simples "malfeito" de escritório. Tra-se de um criminoso, descarado e meticulosamente calculado ato de abuso de poder político e econômico, e prevaricação!
Lala sabia SIM, de todas as atrocidades que ocorreram em seu governo, e é co-partícipe sim, pois foi deles cúmplices! É óbvio que Lula roubou MUITO MAIS do que o relatado neste minúsculo rol de denúncias. Sua gatunagem é de longa data - desde os tempos das greves forjadas no ABC, conforme delatara Marcelo, sabido muito bem pelo seu pai, Emílio Odebrecht, a corrupção no meio sindical, esquemas de extorsão em prefeituras comandadas pelo partido, et caverna - seu patrimônio, estipulado em 2 bilhões de dólares pela Revista Forbes, não é a toa! - Agora, é fato, muito maisa que consumado: Lula, mas não só, como praticamente a sua família toda, enriqueceram absurdamente no período em que o dito-cujo subiu a rampa do planalto, assim como, durante a gestão de seu poste, Dilma Rousseff. Ele soube triangular o seu patrimônio muito bem, entre uma miríade extremamente complexa de esquemas constituído entre os seus principais "comparsas" de crime, dentre os quais, José Dirceu, e somente a Lava-Jato foi capaz de revelar apenas uma pequena parte de tão imensos crimes. Lula pode mentir o quanto quiser, mas, se Lula
é inocente de algo, certamente o será de levianas acusações de ter bom caráter!









domingo, 4 de fevereiro de 2018

Último dia de férias! Hora de pegar no batente..



  Não tem mais desculpas..

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Natal.

  As origens do Natal, são muito nebulosas, e até incerteza. Sabe-se, que, desde os tempos imemoriais do Neolítico, ocorrem as festividades de fim de ano, relacionadas ao Solstício de Inverno.

 https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/08/cultura/1512736033_713696.html

domingo, 26 de novembro de 2017

Vem aí, mais uma chupação barata de seriados americanos!! TV ABERTA sem noção perde o senso de ridículo!

  Bom pessoal, parece que a TV ABERTA não vem assimilando muito bem, o seu destronamento pelas outras mídias (TV PAGA, Youtube, Netflix, etc.), que também não são lá essas coisas, mas muito melhores que ela! Uma novelinha meia-boca em horário nobre, em que a sogra interna a nora num hospício, para roubar-lhe a licença de exploração de minérios, e, uma arquirrival que desenvolve um roteiro de filme B, para concorrer com ela, mostra o cúmulo do ridículo a que chegamos. A televisão brasileira sempre foi conhecida, por oferecer produtos de baixa qualidade e de procedência duvidosa, pela auto-lisonja, junto a prêmios "manjados", por um monopólio quase feudal do mercado, e, principalmente, pela ausência total de princípios como moral, cidadania, respeito ao próximo, promoção da educação e da competência. De fato, apelar para o ridículo já está cansando, pois as novas mídias já chegaram, e, mesmo assim, as teimosias jurássicas continuam. Este blog não pode deixar de se indignar com algumas coisas, e estas são a que listaremos logo abaixo:


Novela é novela! Parem de inventar!
  É perfeitamente compreensível, que, na Rede Globo, um diretor de novela não é apenas um diretor de novela. É o "Senhor", é um quase Deus, e um quase mini-messias, para o qual todos os seus sequazes se ajoelham - o caso recente, do diretor "novinho", que recebeu uma enxurrada de nudes e declarações amorosas, de atrizes proscritas que sonhavam em voltar a brilhar na telinha, mostra muito bem este quadro - o qual, claro, lhe dão ares de autoridade, digno de um Jeová, anunciando o juízo final. Só que agora, os profetas da nova era não se contentam apenas com o seu dever de ofício. Desejam, oficiosamente, impor-nos um dever de cumprir um novo modo de vida politicamente correto, uma manual redigido direto da inteligentsía, de o que devemos fazer, e como devemos nos comportar. Agora, o diretor e todo-poderoso Aguinaldo Silva, além de diretor desta estrovenga, sente-se algo mais além. É o arauto das boas-novas, para as pessoas leigas, ignorantes, e ávidas por seu "notório saber". Temas como, violência doméstica, preconceito de todo tipo, ganância, exploração mineral, vingança, violência, mais violência.. tudo isso é parte de de um grande caldeirão cultural (risos). Ou seja, pessoas cansadas e estressadas no trabalho, à beira de uma cíncupe, precisando relaxar, e buscando sua dose de entretenimento diário, é tratado como imbecil, não frente de uma fonte de entretenimento que ele gostaria de assistir, é humilhado, e precisa aceitar a tudo isso, porque é cool.. Pelo visto, os diretores da Globo estão querendo reinventar a roda, pois, novela é assim mesmo, vejam as mexicanas, horrorosas, mas ninguém se atreveria em mudar, sob pena de se fazer a lambança que a platinada está fazendo! As pessoas exigem demais de uma novelas, exigem demais, e exigem, inclusive, aquilo que elas não podem dar, pois este gênero, além de limitado, tal qual as operetas "pastelões" de tempos remotos, possuem uma estrutura e uma linguagem extremamente limitada, a ser diluída em um número gigantesco de capítulos - de 100 a 200 - e, principalmente, contam com um elenco limitado ou que não pode dar o melhor de si, além de uma concorrência feroz, que muda tudo a cada instante. O público quer as suas novelas de volta, com mais pastelão, ludismo, personagens carismáticos, trama romântica "água com açúcar", fora disso não lhe interessa. Sei que isto pode ofender algumas "almas sensíveis", que mudaram para uma programação de maior qualidade (TV PAGA e Streaming), e tem um nível educacional mais elevado, mas existem pessoas que são assim fazer o quê? Novelas são assim, é um tipo de gênero que foi feito para ser desta forma, tentar "serializar" uma trama tão simples, com uma linguagem que não é compreendida por uma boa parte do público, que se perde ou é mal elaborada, pois diluída em vários capítulos, e estressante demais, é e sempre foi um tiro no pé! Novela e séries sempre foram uma linguagem diferente, e, para os insatisfeitos, sempre lhe restará o controle remoto.


O apocalipse: Trama do "fim do mundo" abre oportunidades para o SBT.
  De fato, nada está mais parecido com o fim do mundo do que a programação atual. Parece que o absurdo virou regra! A TV ABERTA nunca superou a perda massiva de telespectadores que vem sofrendo nos últimos anos, e, lutando para não reconhecer o óbvio, apela para os mais perniciosos ardis, desde desgraças/tragédias, para chamar mais atenção, até a um público de nicho (bíblico, infantil, "sangueira", etc.) . E a estratégia de nicho vem dando muito certo, e, até mesmo a Rede Globo se rendeu ao óbvio: existe uma parte do público que ela sabe que perdeu, tendo de investir no que lhe restou, os "comunistinhas de sofá". Hoje, mais do que nunca, se investe na "exploração da realidade", que é horrível, e ninguém quer ver de perto. E é essas doses de "realidade com adrenalina", que vem afastando uma parcela preciosa do público. Quem ganha com isso? O SBT, que, se não bombear, fará os investimentos certos, e roubará preciosos pontos das concorrentes, empurrando a Record de vez para a terceirona.


Hora de avaliar se a TV ABERTA vale a pena: Com tantas opções, o produto que nos é oferecido continua sendo de péssima qualidade.
 De fato, as emissoras abertas continuam "inventando" para atrair público, e, como vemos, com resultados desastrosos. Desde realities "non-sense", com uma sinopse que, em si, já é um absurdo, até mesmo tramas de novelas que imitam os seriados americanos, tentam ser mais moderninhas, mas, no fim, fracassam retumbantemente, pois não foram desenhadas para o público que desejam atingir. Creio que está na hora de uma nova proposta de televisão, uma TV que tenha público, invista em programação alternativa, saiba cativar o público que não fugiu da TV Aberta, tem consciência de seu papel, e que não nos trate como idiotas! A cultura dos autores-deuses deve acabar também, pois este não serve a ninguém, a não ser os dos ufanistas idiotas, que preferem acreditar nisso.



sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Manifesto NCB: Uma nova alternativa para o cinema do Brasil!

De uns tempos para cá, desde a retomada do cinema brasileiro, por meio da Lei Rouanet, em 1993, e, nos estertores da extinção da Embrafilmes - Monstrengo estatal de gorduroso e nebuloso orçamento - a ter sua morte decretada por Fernando Collor, em 1991, o cinema brasileiro sofre por ter uma viciada e enviesada fórmula de produção e distribuição, onde, o agente público é responsável, por, via famosa "canetada", decidir quais são os projetos qualificados, para, via renúncia fiscal, receber os investimentos necessários, para a produção e execução do mesmo. Vítima de governos, sucedânea e manifestamente "progressistas", vimos a proliferação de um verdadeiro show de horrores nas telonas brasileiras, com uma baciada de filmes, regadas a sexo, drogas, favela, prostituição, futilidades da agenda de esquerda, crimes e "crítica social". Esta agenda fechada, voltada apenas para públicos de nicho e específicos, somada a dispensa, e ao desmerecimento, de quaisquer necessidades de contra-partida junto ao "proprietário do contra-cheque", o pacato espectador, gera um completo descolamento da realidade, onde salas inteiras funcionam entre os mosquitos, e filmes blockbusters esgotam-se rapidamente, com grande público. Soma-se a isso, uma precária "cota de conteúdo obrigatório", que força os cinemas a exibir uma quantidade mínima de filmes nacionais, preferindo pagar a multa a exibí-los, ou então, procurar os já saturados veículos de radiodifusão, que criam versões pasteurizadas de seus maiores "sucessos" televisivos, repetidos ad nauseum, entre diversos canais de um mesmo grupo, ou, quando não, lançam seus próprios "cineastas", atores medíocres e semi-profissionais, que se utilizam de sua agenda política/intelectual, como meio de mascarar a desprezível relevância de suas obras, uma quase "licença" para trabalhar, que dispensa o espaço a ser reservado a atores e atrizes de grande talento, que são desperdiçados em novelas melosas, de conteúdo raso, e séries de gosto duvidoso - E também, uma excelente moeda de troca político-eleitoral - um benefício criminoso para ambos os lados, que não o consumidor, e os artistas de maiores talentos ou destreza.
 O Manifesto pelo Novo Cinema Brasileiro, ou Manifesto NCB, é um movimento que clama por profundas transformações no cinema nacional, que o aproxime do espectador, crie diferentes modelos para diferentes tipos de público, dê espaço para que atores/atrizes renomados tenham o seu espaço merecido, bem como, reduza a dependência do Estado, este antro de burocratas e parasitas. Esses são os objetivos a serem apresentados no nosso manifesto, o qual seria exibido abaixo:




1 - Multiplicar as formas de financiamento. Só algumas a título oneroso.
 A produção cinematográfica em geral, e, também, no Brasil, pode recorrer a diversas formas de financiamento, mas muito poucas a título oneroso, onde o agente repassador, ou intermediador dos recursos - neste caso, o governo - oferece recursos financeiros a fundo perdido, sem garantia de retorno. A grosso modo, um filme pode ser feito de três maneiras: por meio de recursos próprios, a fundo perdido, do agente intermediador, tanto para o produtor, quanto para o patrocinador/produtor, em um sistema de partilha, com cada um repartindo os custos e responsabilidades, ou, pela via indireta/empréstimo, onde o agente repassa os recursos diretamente, sob certas condições, de modo a obter garantia de retorno sobre o capital investido, como se empréstimo em banco fosse, só que com normas mais flexíveis, sob pena de se inviabilizar o projeto. Somente a primeira é pela via onerosa, o que é aplicado em praticamente todas as formas de financiamento do país, uma vez que o FICART, única forma de financiamento que tem, em seu bojo, o sistema de partilha, é tão engessado no ordenamento jurídico nacional, que se tornou praticamente inviável no país. O Brasil deverá recorrer a formas diversas de financiamento, com perfis diferentes de público. Somente poderão recorrer ao FNC (Fundo Nacional da Cultura), e Fundos de Fomento ao Cinema Independente, projetos que não tenham finalidade lucrativa, bem como, cuja renda dos produtores e atores, não supere o teto do funcionalismo público nacional. Todos os demais programas funcionariam em sistema de partilha, onde, em troca de um determinado volume de pagamento sobre o volume aportado (seguro), que garante um ressarcimento proporcional ao volume de bilheteria arrecadado nos cinemas, e um seguro operacional/adicional, para garantir os custos e riscos da produção, no caso de uma eventual contingência (greve, desastres naturais, incêndios, assaltos, etc...). O governo também incentivará a prática de campanhas voluntárias de arrecadação na internet(crownfounding), recolhendo um percentual do valor arrecado, e dando ampla autonomia ao produtor, sobre a melhor forma de produzir e divulgar a sua obra.



2 - Imprimir um novo modo de ser, de identidade, de fazer cinema..
 Antes de copiar o cinema americano e o europeu, o brasileiro deve constituir um "DNA", a sua própria forma de fazer cinema, mas qual? Antes de mais nada, é preciso reconhecer que o conceito de "brasilidade", aquele que define o país como um conjunto de identidades unas, metafísicas, política e socialmente pré-concebidas e estabelecidas, a questão do "social", e manifestações que de "populares" não tem nada, mas não passam de imposições de nichos barulhentos, é, antes de mais nada, uma forma grosseira e cínica, de se compreender a imensa complexidade, grandeza e heterogeneidade de nosso país. Conceitos "genéricos" como samba, futebol, carnaval, favela, mulher-pelada, violência, o "social", as "reflexões", no tocante as supostas injustiças do cotidiano, enfim, tudo isso, é vago, e simplório demais para nos definir-nos enquanto nação, visto que não se espera um reducionismo tão grande, de um país que detém a quinta maior grandeza territorial e populacional do planeta, é carro-chefe nas exportações de diversos gêneros alimentícios de primeira necessidade, amplamente miscigenado e regionalizado, bem como, possui uma frieza, e total descolamento de nossa classe política, que é ímpar, e sui generis, em todo o globo. O conceito de "brasilidade", por impróprio, deve ser substituído pelo de "multilateralidade", de "pluri-regionalidade", de convívio e tolerância entre diferentes a seu modo, de uma sociedade que reforça a essência do liberalismo entre os seus membros, ante um estado inchado e opressor, que lhe retribui com impostos e regulamentações escorchantes, privilégios injustos, um sistema eleitoral feito mais para confundir do que para explicar, uma legislação enviesada, um judiciário ineficiente, uma classe artística "engajada", mas predominantemente mediana, e finalmente, que vê o pior preconceito, como aquele refletido contra si próprio, os seus valores. O cinema deve ajustar-se as realidades sociais e regionais de cada local, tentar explicar menos, e entreter mais, valorizar a livre-iniciativa, banir o coitadismo, punir a mediocridade com a indiferença, defender as instituições, e não uma "gangorra de maldades", onde a atuação das mesmas devem se moldar aos interesses de A e B, uma justiça igual para todos, mas um sistema que valoriza as oportunidades pelo méritos, não endossem teses de vigaristas, ao estilo de "todos podem", ignorando os superdotados, as pessoas de talento único e renomado, os gênios e aqueles que desenvolveram trabalhos aclamados de uma vida, não negociem sua dignidade, paguem o preço, e mostre, que no Brasil do futuro, os canalhas não tem vez!!     O Brasil é um país único e diverso, a cada cidade, a cada bairro, a cada região, a cada cidade, Estado ou Região Geográfica, boa parte dos seus valores republicanos e federativos, foram forjados pelo Império, mas se perderam com o tempo. Dos nossos pais fundadores, pouco se lê, endossamos bobagens de fora, aprendemos a rir de nós mesmos. Iniciativas próprias, a cada local, mudam a vida de muita gente, convivemos relativamente bem entre si, em comum, muitos de nós odiamos o Rio de Janeiro, e, de forma alguma, podemos permitir que uma minoria barulhenta evoque para si o direito de nos representar. O bom cinema respeita estas identidades, explora elementos próprios da nossa cultura, respeita a liberdade religiosa, não promovendo discriminação a nenhuma delas, trata a política de forma adulta, o "ser" e o "fazer" de nossa política, os valores de nossos "pais fundadores", nossas grandes personalidades, e ações que fazem de a diferença, este deve ser o nosso modo de fazer cinema.



3 - O Cinema Comercial também terá seu espaço, mas existem outras formas de divulgar filmes que precisam ser valorizadas!
 Ao cinema comercial, é atribuído muitas críticas, algumas delas até mesmo injusta, como, as de que fomentam e promovem a ignorância, não discutem questões com grande profundidade, concentram capital e renda, tiram o trabalho de grandes artistas, entre outros. O que é preciso dizer, com relação aos filmes comerciais, é que eles são simples produtos do entretenimento, cujo único objetivo é lucrar. O sistema de franquias, produções com grandes orçamentos, e em elevada escala, é apenas um mecanismo instituído, com a finalidade de se manter a sustentabilidade do negócio, o qual, como reiteradamente já dissemos, visa lucros. O que é preciso, é que, além destas, sejam desenvolvidas outras formas de cinema, de modo a atender todos os tipos de gostos e públicos.
 O Cinema Comercial, a ser desenvolvido por veículo de radio-teledifusão, visa a divulgação, promoção e desenvolvimento dos programas, a serem criados pela própria emissora, bem como, lançar linhas próprias, como desdobramento de histórias principais. O cinema comercial é não-oneroso, visa remuneração, e, por isso, além de recursos próprios, e acessos as salas convencionais, e, com recursos próprios, ou de captação via governos, com parte dos recursos retidos para fins de seguro-depósito, ou patrocínio direto, por entidade não-coligada/controlada, como se verba de patrocínio fosse, este filme teria, então, acesso as salas de cinema convencionais, destinadas a transmitir este tipo de conteúdo. Outro tipo de cinema que existe em nosso país, embora por menos valorizado, é o cinema autêntico/autoral, o qual consiste em filmes não-vinculados a veículo de radiodifusão, produzido por autores e artistas criativamente independentes, os quais sustentam as suas obras com recursos públicos, via captação nacional, e transmitem o seu conteúdo em cinemas próprios, ou sessões especiais do próprio cinema. Este tipo de cinema, trata dos valores citados no item acima, mas, principalmente, devem ser produzidos por artistas renomados, notáveis promessas, além de ter bons roteiros, boa direção, boa estrutura, bem como, ignorar agendas casuísticas, políticas e ideológicas. O cinema autoral, com tudo, não tem finalidade lucrativa, mas deve ter o propósito de apresentar um bom produto, bem como, utilizar-se de formas inteligentes de dedução fiscal.
 O cinema independente/alternativo, é uma forma de cinema cuja ótica de produção e distribuição foge das demais. Enquanto nos dois primeiros, falamos de um conteúdo que não foge muito do "convencional", neste modelo, dialogamos diretamente com perspectivas diferenciadas e próprias de cada autor que os cria, sendo este um político, um filósofo, um questionador, um estudante criativo, enfim, ou um "autor", ou alguém que pense "fora da caixa". Muitas são as definições de nuances e distinções, entre cinema independente e cinema alternativo. Pela perspectiva deste manifesto, cinema independente, é todo aquele que utiliza uma linguagem forte, diferenciada, focada em complexidades e excentricidades próprias, que fogem da perspectiva do cidadão comum. Como sugere a sua definição homônima, este tipo de cinema deve ser operado exclusivamente com recursos do próprio autor, ou, mediante um sistema de deduções fiscais especial, que fogem do processo tradicional. O cinema alternativo, por sua vez, pode ter caráter autoral, ou estar vinculado a veículo de radiodifusão, mas, em essência, o que diferencia um do outro, é, sem dúvida, a perspectiva de "desligamento" do cinema alternativo, onde o autor é desafiado a criar uma obra "nova", fruto de suas idéias, experiências, conhecimentos, pensamentos, perspectivas, seduções e frustrações, obra no qual a densidade e a complexidade são os fatores menos relevantes, desligados o máximo possível de obras autorais conhecidas, permitida a auto-referência entre estes gêneros. O uso de quebra-cabeças inteligentes, exploração das entrelinhas dos fatos, o uso destacado da lógica e da matemática, personagens densos e misteriosos, cenários de suspense, a suspeição do tempo e do espaço, a exploração, de modo próprio, das emoções, este é o objetivo do cinema independente; cenários áureos e dispersos, personagens autorais, em um modo de vida tipicamente próprio, irrelevância das emoções, apelo a locais fictícios, reinos ulteriores e períodos imemoriais, o autismo de obras anteriores, exploração de questões políticas, sociais e filosóficas mais sob a ótica de terceira pessoa, este é o objetivo do cinema alternativo. Ambos os tipos de cinemas podem conviver, mas podem existir salas para cada um. Destinados a sobreviver, estudantes universitários podem propor projetos a um coordenados de suas instituições, que os submetem para captação, valorizar-se o uso de recursos próprios, bem como, da dedução fiscal via projetos próprios, que valorizem e a qualidade e evitem uma elevada dispersão do projeto. O cinema alternativo, por sua vez, valoriza os recursos próprios do autor, bem como, a existência de recursos que não sejam oriundos, somente de captação oficial. Empregados podem submeter o projetos às empresas, ignorado no cinema independente, bem como, pessoas com histórias para contar submetem abaixo-assinado via internet. Os filmes são divulgados ao público em geral, por meio do Streaming e Home-Video, as salas de cinemas são menores, e as entradas costumam ser mais caras. Elementos temáticos enfeitam as dependências da instituição, uma forma diferente de apresentar o conteúdo ao público.
 Por fim, o crownfounding, forma muito popular de arrecadação nos dias atuais, a popular "vaquinha", também deve ser contemplada como meio de produção e distribuição de filmes. Nessa modalidade, será recolhido um imposto único, cerca de 30-40% do valor do mesmo, com finalidade lucrativa, e por conta e risco do produtor, sendo este imune aos demais tributos, com distribuição proporcional aos demais entes federativos. A "imunidade" poderá ser concedida tão logo se complete a campanha de arrecadação, ou então, tão logo se inicie o processo de pré-produção, tão logo se inicie o processo de análise e classificação pelo Ministério da Justiça. Além de aprovar a captação do projeto, o mesmo lhe confere uma classificação indicativa, confere se não há cenas ou conteúdo contrario a lei, bem como, autorizar, por fim, a captação. O filme deverá ser produzido exclusivamente com o valor até então arrecadado, e, aditamentos serão permitidos, mas somente em último caso. Tão logo o filme seja finalizado, caberá ao produtor definir o tipo de mídia a ser usada (DVD, cinema, festival, exibição doméstica, etc..), os custos e política de produção, cuidados com o acervo, ou em quem ele será confiado. Tão logo seja exibido, e o seu ciclo de divulgação expirado, caberá a própria Receita Federal o dever de prestar contas. O tema do filme fica a gosto do produtor, cabendo ao Poder Público podar excessos. E, por fim, existe aquilo que podemos chamar de social crownfounding, sistema de produção onde o autor da "vaquinha" não almeja finalidade lucrativa, e este deverá ter finalidade social, bem como, se enquadrar nos critérios sociais presentes nos demais projetos.


4- Valorizar o público: Cada tipo de público para cada tipo de obra.
 Mais do que valorizar uma obra pela forma como foi feita, é preciso valorizar o público para o qual ela se destina. O tipo de público a ser alcançado, deve ser definido pela modalidade de conteúdo a ser produzida. O cinema comercial, sempre terá as salas convencionais, destinada a um tipo de conteúdo, construído sob determinadas fórmulas, e destinado ao consumidor tido como "normal", aquele que está disposto a pagar um preço razoável, para ver o seu herói da TV/Cinema, ator, ou história favorita. O cinema tido como "comercial" visa lucro, e, portanto, se alinha com modalidades de financiamento onde os ganhos e riscos do negócios, são divididos entre financiador-produtor, nesse caso, o Poder Público, proporcionalmente ao retorno financeiro esperado, num determinado período de tempo, com bônus para as maiores, e devolução inversamente proporcional ao faturamento, no caso das menores. As redes de radiodifusão devem liberar seus atores com contratos, para atuações em filmes e séries nacionais, de empresas de comunicação com sede no exterior.
 Os filmes de caráter independente/alternativo, têm por base um público, em geral, com maior nível de educação e instrução, costumam desprezar obras muito "convencionais", e querem algo novo/diferenciado. Por isso, as linhas voltadas a este tipo de financiamento levam em conta, o fato de que se trata de um filme de difícil retorno financeiro, voltada a um público específico, bem como, terá um número mais restrito e variável de espectadores, dado o custo maior envolvido, e a abundante oferta de serviços de Streaming, como, por exemplo, o Netflix. Com salas menores, com menos cadeiras, um custo por entrada relativamente alto, maior dificuldade de acesso propiciada pela rarefeita demanda, o que torna mais comum sua exibição em cinemas localizados nas regiões menos abastadas da cidade, bem como, jornadas e festivais em cidades pequenas, dedicação e paciência é um lema para aqueles que desejam se aventurar pelo "mundo do desconhecido". As dependências dos locais de exibição, devem possuir toda uma temática, que lembre obras, cenas e idéias destacadas nos filmes, como suspense, policial, terror, natureza, investigações, mistérios, etc.. Outra ligação, e muito importante, a ser preservada neste "gap", é a ligação profunda com o mundo do teatro e das universidades. Atores e atrizes, devem ser "extraídos" de dentro destes locais, por meio de projetos inteligentes, aprovados por comissão competente, e, em seguida, submetidos a captação, feitos, principalmente, pelos próprios alunos, mas também professores. As instituições de ensino, principalmente superior, devem ser estimuladas a promover estes festivais, tanto estes, quanto outros, na modalidade "crownfounding". Seja por meio de doações voluntárias dos cidadãos, seja por programas especiais de fomento a cultura, voltado para a divulgação deste tipo de conteúdo, o engajamento estudantil, para fins de promover o cinema nacional, deve ser uma prática bem-vinda. Quanto aos filmes na modalidade "crownfounding" convencional, visando lucro, poderá haver a existência de salas criadas para este fim, dentro das próprias universidades, em eventos, festivais ou espaços próprios da instituição, cinemas próprios, ou em ambientes domésticos, cabendo ao poder concedente autorizar e classificar a obra, e, na minuta de análise, o produtor deve definir o local de exibição, o período presumido de tempo, calculado sob critérios razoáveis, o público a que se destina, os recursos empregados, bem como, efetiva prestação de contas dos recursos arrecadados. O Home Video também pode ser uma forma de divulgação do conteúdo dos filmes produzidos, como sites de streaming e plataformas específicas, criadas para este tipo de conteúdo, bem como, este conteúdo poderá ser apresentado, via mídia física, em feiras, eventos e festivais próprios, criados para este fim, com distribuição de autógrafos dos principais atores, bem como, distribuição de presentes.



5 - Valorização dos autores, e políticas decentes de fomento a co-produção: O cinema brasileiro se comunicando para fora.
 O acúmulo de obras e produções Made in Brazil, sempre apelando para temas batidos, como sexo, drogas, favelas, futebol, carnaval, o "social", desperdiçando o talento de grandes e renomados artistas com obras medíocres, a orientação da classe artística e produtores brasileiros, movida por agendas que destoam muito do público em geral, e que mais servem as pretensões de nichos totalitários, é algo que, cada vez mais, cria um abismo entre o público e a classe artística, a ponto de ambos se posicionarem de maneira diametralmente oposta. É preciso se criar um novo modo de "pensar" e "fazer" cinema, não apenas em conteúdo, mas também, em estrutura de formação. O cinema nacional deve escolher atores, dentre aqueles que se destacam, e mais tem potencial e capacidades de se desenvolver em sua profissão. Constituir cursos de artes, e dança, de nada funciona, uma vez que cria demanda ociosa, ante uma oferta reprimida, além de gerar sérias e inúmeras distorções no mercado. O "chão de fábrica", a questão principal de todo o negócio, é constituir escolas de base para artistas, de onde serão extraídos talentos de todos os extratos sociais, dentre testes e avaliações a serem instituídas pelas próprias escolas participantes. Tendo-se por ênfase as ciências humanas, os testes que envolvem este tipo de profissão, devem abranger, história da literatura e das artes, mundial e de temas e países regiões específicos, testes em teledramaturgia/teatro, redações envolvendo a área de ciências humanas, provas com foco na dissertação atinente e criativa, produção de vídeos inteligentes, comunicação e assessoria, no trabalho e externa, entre outros. Estes profissionais poderiam ser direcionados para filmes de grande relevância ao seu público, e a crítica, obras premiadas em emissoras de radiodifusão, abertas e fechadas, no Brasil e no exterior. Quanto aos demais artistas, estes poderiam ser distribuídos para as programações mais ordinárias da TV, filmes populares, programas de sub-celebridades, reality e game shows, especiais de Natal e afins.
 A estrutura do "fazer" cinema, também deve ser radicalmente alterada. A vulgar e batida "película amadora", e o seu insuportável "som de banheiro", deverá desaparecer definitivamente da tela do cinema e da TV. Os roteiros são muito batidos e ruins, sendo necessária a reconstrução de toda a estrutura de planejamento e roteirização. Os roteiristas deverão levar em conta a sinopse do filme, os valores, e a cultura, a ser retratado no local, o objetivo de cada personagem, os conflitos existentes, o "modo de fazer", de diretores e artistas, a coerência da história, que deve ter começo meio e fim, o enxugamento de palavrões, e outras expressões chulas, o público a que se destina, o modo de escrita exigido pelo filme, a plausibilidade e necessidade de efeitos especiais, bem como, a retração da comicidade a filmes afins. Este manifesto, portanto, propõe a migração de membros da equipe de assessoria artística, de talentos, de cada artista renomado, para equipe de roteirização destes, junto com estudantes universitários, com bom desempenho escolar, formação na área de ciências humanas, e boa escrita. Os diretores brasileiros, acostumaram-se com uma política de "filme sem público", onde, tão logo embolsava as "verbas de captação" da lei de incentivo, acomodavam-se, no alto de seus apartamentos luxuosos, na Barra da Tijuca e nos Jardins, bem como, suas romantiques viagens a Paris, sentavam sobre o resultado de suas obras, independentemente destas terem retorno ou não, pois o importante, era obedecer a uma cartilha ideológica, de cima para baixo, sem qualquer eco junto a sociedade, não obstante, os inúmeros prejuízos e remunerações absurdas retidas pelo proponente, bem como, uma explícita e notória corrupção. Devem ser convidados para diretores, os melhores e mais renomados artistas do país, que poderão marcar a sua obra, com suas características, pensamento, modo de fazer, valores. Estes, poderão ser assessorados por um diretor mais experiente, produtor, escritor-chefe, ou um diretor executivo, auxiliando, e complementando em algumas partes que não puderem ser devidamente bem preenchidas pelo mesmo, e, enfim, tudo isso para se formar uma obra, que deverá ter qualidade, imprimir um "selo" próprio do autor, algo que defina que foi ele que fez. A história a ser montada pelo diretor, deve ser definida pelo produtor, ou, case este acumule ambas as funções, o trabalho deve ser preferencialmente complementado por um diretor-executivo, o qual pode ser da equipe do própria artista, cargo imediatamente abaixo dele, o qual deverá auxiliá-lo com trâmites burocráticos, vinculação da obra com o público-alvo, estrutura de texto e roteiro, orientando sua continuidade e plausibilidade, orientações de produção empresarial, local, regional, início e estrutura de gravação, etc.. O diretor, também, deve orientar-se por uma sequência regular de filmes, de modo a ter um ritmo de trabalho sempre constante, devendo, para isso, a sociedade e os agentes competentes, moverem-se para promover uma estrutura de produção, marketing e divulgação, que mantenham a sustentabilidade da mesma. E, por fim, temos a figura do produtor, que pode ser um artista, diretor, ou então, alguém que quer apenas fazer um filme. Para propor uma obra, ele deverá definir o tipo de obra que deseja realizar, o público a que se destina, a modalidade de financiamento, a forma de divulgação/distribuição, o orçamento envolvido, bem como, prestação de contas quanto aos projetos já aprovados. Um produtor mais independente, pode constituir um assessor especial, responsável por esta parte mais chata, e, no caso de um também diretor, esta parte pode ser dividida com um produtor executivo. A estrutura de formação de talentos, também poderá ser complementada, por um programa de formação e estímulo, que incentive artistas de renomada reputação, e grandes prêmios internacionais, a serem professores, lecionarem e ensinarem em sua respectiva área de atuação, ligada as ciências humanas, dentre as quais, literatura, interpretação, psicologia, suporte e assessoria, motivacional, e de mídias sociais, na forma de planos de carreira decentes.
 Por fim, o Brasil deverá apoiar um sistema decente de co-produção com outros países. O sistema atual é muito fechado, focado em temas vagos, e movido, muitas vezes, por uma agenda político-ideológica. O novo sistema de co-produção deve focar em modelos e convênios estabelecidos pelo país, que privilegiem a regionalização da produção nacional, tramas interessantes com artistas renomados, promoção de novos talentos, divulgação de obras aclamadas pelo público e pela crítica, troca e intercâmbio de experiências, atração de investimentos diretos e indiretos para ambos os países, desenvolvimento do cinema nacional, bem como, promoção e divulgação do nome no Brasil e no exterior. Estes filmes deverão ser deslocados, prioritariamente, para pacotes de canais premium de programadoras audiovisuais, do Brasil e do exterior, bem como, haverá a criação de "marcas", modelos e selos de co-produção, de modo a orientar o tipo de material a ser produzido, o público a que se destina, os elementos a serem introduzidos na trama, sua forma, história, bem como, o tipo de mensagem que busca trazer, sendo que, este processo, recomendamos, será acompanhado por órgãos de apoio e incentivo a cultura, ligados à sociedade civil, que formam, treinam, e incentivam os artistas a participarem, dando grandes contribuições ao valor da obra, imprimindo-lhe sua marcada, eternizando-a ao longo dos tempos. As co-produções poderão se dedicar a obras de caráter mais comercial, ou popular, embora, recomendemos, que seja minoria.
 A cultura brasileira deverá ser representada pelo seu caráter regional, atendo-se as questões e peculiaridades locais, ter uma boa história, com múltiplas fontes de financiamento, cada obra para um tipo de público, reformulação de toda a sua estrutura de base, maior participação da sociedade civil, combate a corrupção, bem como, repúdio a nichos ideológicos totalitários.



 E é assim, que o autor deste manifesto encerra o seu texto, esperando a implementação deste texto, na forma em que este se contém, obter o apoio máximo possível da sociedade, mudar a forma de fazer cinema, aumentar a participação da sociedade civil, coibir a corrupção e desvio de finalidade, bem como, aproximar o cinema brasileiro do grande público!

  Apoiem esta causa.

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sábado, 9 de setembro de 2017

Texto A Longa Noite.

    Przebaczenie, błogosławieństwo i łaski, dla tych, którzy mają pozyczka towarzyszące temu tekstowi, aż do jego zawarcia , z. t. > Aos ventos, uma lenda, uma vida, um modo de ser, e de viver, de um homem, cujos anos irão moldar a sua forma, e a sua personalidade. O frio calor, as intempéries, os desafios, as acusações, as pedras no caminho, Bilac ensina, tudo isto, definirá o caráter de um homem, a sombra da dança dos tempos.. Conta-se os anos, um homem tenta crescer, crescer tanto puder, perambulando entre o sono dos justos e a perfídia dos desonestos. Um país destruído, recursos escassos, o amor por conquistar, medos, ânsias, noites mal dormidas, a disposição pelo sacrifício de um mundo melhor. A distancia entre aquilo que se pode, e o que se deseja, é aquilo que duas mãos podem medir, a depender da distância, e dos valores que se permeiam entre elas. Os pérfidos tentam vencer pela força do número, os justos defendem as suas propostas, e pagam o preço; a única garantia que o número oferece, é a de que a imbecilidade humana nunca andará sozinha, somente. As reformas vêm, mas não advém, daquilo que realmente podem mudar o estado de coisas, a cultura e os valores que regem uma população.
Hora de olhar para frente, pensar o futuro, um mundo melhor, não o mundo dos românticos, mas o mundo da realidade, aqueles que pessoas de carne e osso serão obrigados a viver, pisando com os próprios pés. Os pedaços de papel, com adornação acadêmica, e que se acumulam, ano após ano, nas prateleiras das indústrias de predicados, nas panelinhas toscas de mesquinhos acadêmicos, que vivem de retroalimentar engôdos, tão essencialmente escassos quanto as resmas anteriores, produzem um mundo irreal, surreal, totalmente apartado da sociedade, onde o dinheiro do contribuinte é utilizado contra ele mesmo, instituições falidas viram arautos da moral, a verdadeira moral se desavergonha, a sinceridade e a ombridade é punida, em um mundo de badulaques e purulências. A coisa que é errada, se é o "errado", é tão somente aquela que prejudique, ou entre em conflito com a segurança e o bem-estar de terceiros, pessoas devem ser livres para se organizar e transacionar entre si, as regulações oprimem, os cartéis corrompem, as pseudo-alianças, sem lastro moral, essencial, destroem; a ânsia de poder, de dinheiro, sem méritos, institucionalizando o viver o sentir, o sequestro do "eu" pela humanidade, será o início do fim de tudo..
As flâmulas da Independência, tempo de um novo pensar, um novo ser, um novo agir, não por idealismo, não por eugenismos ou racionalismos, mas sim, pelo tempo da ação e da proatividade, a cada um o quanto contribuir aos louros de seu sucesso, o devido castigo aos ímpios, o não-reivindicar casuisticamente, o fim do "uns falam pelos outros", a era da criatividade, onde as pessoas são criativas, respondendo com ações, não com palavras. Os punhados de anos vindouros, será o que vai definir o futuro de um homem, de uma família, de uma nação. O fim do compadrio, dos favores sujos, das promoções sabujas pelos bastidores do social. O mundo em que cada tese é uma sentença, contribui quem cria, políticos são o que são, mas respeitam o cidadão, cidadãos não são aleijados, lutam por si, mas se defendem deles, como puder, as tradições e valores do Império permanecem, em uma República envergonhada, que não pode abnegá-los, sob pena de proclamar o seu próprio fim, os acertos de bastidores ocorrem entre moralistas fugidios, os vadios e os medíocres não empunham as estatísticas, as contribuições são voluntárias, e as punições, não enxergam a quem. E assim, em um belo céu de primavera, assim encerra-se o texto, da mesma forma que começou, e com seguinte certeza: a boa luta deverá ser travada, as vitórias virão, haverão tropeços, e, por fim, a certeza de que um dia nunca mais será como o outro..

sábado, 12 de agosto de 2017

Bora Curtir o nosso trabalho de TCC..

 Bora curtir o nosso Trabalho de TCC, de TG, o futuro..